Mostrando postagens com marcador Jean Plaidy. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jean Plaidy. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

[Resenha] A Batalha das Rainhas

A Batalha das Rainhas - Volume 5 da Saga Plantageneta
Autora: Jean Plaidy
Editora: Bestbolso
Ano: 2008
Tradução: Luiz Carlos do Nascimento Silva
Pgs: 473
Skoob
Resenha:
Ao ficar viúva de um dos mais odiados monarcas na época, Isabella agiu rápido para que seu filho mais velho se tornasse rei. Com a ajuda de dois homens influentes e inteligentes, ela conseguiu tornar Henrique III rei da Inglaterra. Sendo seu filho ligeiramente tolo e manipulável, ela esperava exercer o poder através dele, mas ela não contava com o fato dos dois homens que a ajudaram a colocá-lo no trono usarem de sua influencia também.
Blanche, neta de Eleanor da Aquitânia, partiu de seu lar em Castela para a França junto de sua avó. Eleanor se separou da neta antes do destino final, e morreu pouco tempo depois. Chegando à França, Blanche se casou com o filho do rei Filipe Augusto, Luís VIII, se tornando rainha após a morte de Filipe e a coroação de Luís VIII.
Na Inglaterra, Isabella trapaceia a própria filha para se casar com o noivo dela, um antigo pretendente, o Conde de Lusignan. A jovem princesa parte, então, para o norte, rumo a outro pretendente escolhido por seu irmão. Porém, o Conde era vassalo do rei da França, e desde que as duas rainhas se encontraram pela primeira vez houve antipatia, pois ambas eram orgulhosas. Isabella, por ser a rainha-mãe da Inglaterra, se recusou a aceitar ficar abaixo da rainha da França. Blanche, por sua vez, se sentia no dever de firmar a autoridade do marido sobre os vassalos do trono francês, logo, Isabella e o marido deviam vassalagem a ela e ao marido.
À partir desse primeiro encontro, ambas as rainhas lutaram com todas as forças uma contra a outra. Blanche queria garantir a autoridade de Luís VIII e do filho, futuro Luís IX, sobre os vassalos da coroa francesa. Isabella queria tornar o marido mais poderoso e influente, desse modo ela seria mais poderosa e influente, pois já o manipulava facilmente.
Durante anos, as duas inimigas tentaram se impuser sobre a outra, mas apenas uma obteve sucesso.

*********************

Minha Opinião:
O meu livro favorito, junto de As pompas de uma rainha extravagante, da Jean Plaidy. A história é emocionante, envolvente e intrigante, focada em duas mulheres poderosas e astutas, mas bem diferentes, que desde o início tiveram uma relação tensa. Blanche de Castela, rainha da França, de um lado, Isabella, rainha-mãe da Inglaterra, do outro. Assim como os países em que reinaram possuíam grande rivalidade, essas duas rainhas se tornaram inimigas implacáveis, lutando para sobrepujar uma a outra e impor seu poder e influência.
Particularmente, eu torcia para Blanche desde o começo do livro. Isabella me pareceu muito manipuladora, egoísta e pretensiosa, não gostei dela. De fato, sempre torcia para que seus planos se voltassem contra ela.

Por Favor, Comentem!! 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

[Resenha] As pompas de uma rainha extravagante

Autora: Jean Plaidy
Editora: Record
Ano: 2004
Tradução: Sylvio Gonçalves
Pgs: 430
Resenha:
Filha da imperatriz Maria Teresa da Áustria, a arquiduquesa Maria Antonieta ficou noiva do neto do rei da França, o delfim Luís. O que agradou bastante a imperatriz. Apesar de bem jovem, Maria Antonieta foi enviada à França, onde a cerimônia de casamento ocorreu.
Sendo tão jovem e inexperiente com intrigas da corte, Maria Antonieta se tornou um alvo fácil das mais astutas e invejosas mulheres da corte, como por exemplo, as filhas do rei e tias do delfim.
“E viajando através da França, sentada ao lado do rei, Antonieta sentiu-se tão intoxicada com os olhares de admiração do povo e de muitos homens à sua volta...” Pg. 49
A jovem Delfina, inebriada pela adoração e pressionada pelas expectativas do povo francês, logo encontrou uma forma de amenizar a tensão por não conseguir engravidar e o tédio pelos inúmeros e incessantes protocolos da corte francesa, com festas e extravagâncias caras, que a tornariam conhecida como Madame Déficit.
Mas essa imagem de frívola e consumista lhe custaria caro. O povo francês sofria com a fome, e sua revolta aumentava ainda mais ao saber dos desperdícios de sua rainha, Maria Antonieta, a austríaca que não conseguia dar a França um herdeiro para o trono.
“Assim elas vieram: damas velhas e tediosas usando suas coifas de luto, parecendo, aos olhos de Antonieta, um bando de corvos, como uma procissão de beguines funestos.” Pg. 122
Ela conheceu aquele que viria a ser seu grande amor, numa de suas escapadas de Versalhes para uma festa. Desde o momento em que o conheceu até sua morte, ele permaneceria sempre seu amado.
Após anos de casamento, graças a uma operação realizada em Luís XVI, Antonieta finalmente engravidou, e apesar de ser uma menina, o tão esperado herdeiro viria logo.
“Era demais para Axel. Ele a abraçou. Mas ele era muito mais sábio que ela. Ele recentemente viera do conflito da guerra. Ele aprendera muito sobre cobiça e crueldade, malícia e inveja...” Pg. 227
Quando a revolução estourou, com a queda da Bastilha e devido a péssimas decisões de Luís, e Versalhes foi atacada, a família real conseguiu escapar da fúria revolucionária na ocasião, mas não por muito tempo. Ao serem aprisionados pelos revolucionários numa pequena e simples mansão (pelo menos se comparada com Versalhes), houve tentativas, por parte de Luís XVI, de se agarrar ao pouco de poder que lhe restava. A  família tentou escapar, com a ajuda de Axel, e quase conseguiram chegar à Áustria, porém acabaram sendo capturados.
“Madame Royale, quieta, gentil e bonita, seria um conforto para qualquer mãe. O pequeno delfim causava-lhe alguma ansiedade.” Pg. 287
No momento em que o julgamento de Maria Antonieta e sua família estava em andamento, eles já sofriam terrivelmente, tanto no Templo quanto no Conciergerie. Ela assistiu sua família ser destruída, seus filhos serem levados para longe, onde ela sabia que enfrentariam momentos terríveis. Assistiu seu marido ser levado para a execução em público, onde ela enfrentou seu próprio fim com imensa dignidade.

*****************

Minha Opinião:
Ótimo livro! Gostei muito da forma como foi escrito, sob o ponto de vista da própria rainha. A leitura é fácil e fluída, além de prender a atenção. Um romance histórico bem desenvolvido, com descrição de momentos marcantes da História e de personagens mundialmente conhecidos. Usando de fatos históricos, mas também da ficção, a autora mostra o que pensou, sentiu e vivenciou a rainha Maria Antonieta, desde os dias de glória até a guilhotina.

Por Favor, Comentem!!

domingo, 3 de novembro de 2013

[Resenha] O Crepúsculo da Águia

(Saga Plantageneta Vol. 2)
Autora: Jean Plaidy
Editora: Bestbolso
Ano: 2008
Tradução: Luiz Carlos do Nascimento
Pgs: 419
Resenha:
Continuação da história de Henrique II, Eleonore da Aquitânia e seus filhos.
Henrique e Eleonore, mais velhos, estão em guerra um com o outro. Devido as traições de Henrique, que Eleonore descobriu, os levou o se enfrentarem. Henrique não suportava ser contrariado, ou não ter seus desejos atendidos prontamente, e Eleonore  era orgulhosa e tinha um gênio forte, por isso um sempre tentava derrubar o outro.
“Quando Henrique soube que Ricardo e Geofredo haviam se unido a Henrique (filho), deu de ombros. Garotos bobos, todos eles. O que pretendiam fazer?” Pg. 100
Quanto aos filhos, enquanto que Ricardo, belo e culto, era o preferido de Eleonore, para Henrique o preferido era o único filho que não o enfrentava de modo algum, o mais submisso (mesmo que falsamente), João, o mais moço dos filhos do casal.
Ricardo e João são o oposto um do outro. Ricardo era um rapaz bonito e carismático, o mais corajoso e honesto dos irmãos. Já João era falso, pouco confiável, egoísta e fanfarrão, ficando conhecido posteriormente como ‘príncipe das trevas’ devido há inúmeros crimes que cometera sem punição.
“Iriam rezar por um parto fácil, dizia Rosamund, mas duvidava que fosse fácil. A garota era jovem e talvez ainda não estivesse pronta para dar a luz.” Pg. 170
Os dois filhos mais velhos, Henrique III e Geofredo, diferente dos mais novos, tinham interesses e personalidades levemente semelhantes. Henrique desejava autoridade e poder, mas não tinha responsabilidade. Assim como o irmão Geofredo, que apenas se interessa pelos prazeres proporcionados pela riqueza.
“Conseguia sobreviver a um, o assassinato de Thomas. Como se sairia se a história da sedução de Alice aos 12 anos, do romance durante 13 anos, época em que negara a deixá-la partir apesar da insistência de Ricardo e da família de Alice, viesse à tona?” Pg. 359
Nesse livro, o velho Henrique II luta contra os próprios filhos para se manter no poder e esconder de todos o caso que mantinha há anos com a jovem noiva do filho Ricardo, Alice, a quem ele seduzira quando ela ainda era uma criança (ainda por cima era pedófilo).

******************

Minha Opinião:
Se no livro anterior o personagem Henrique II era desagradável, nesse livro ele é ainda pior. Sinceramente, parece que a Inglaterra tem um sério problema com reis chamados Henrique. Deixando isso de lado, o livro proporciona uma ótima leitura. Possui personagens envolventes, alguns inspiram raiva, outros pena e alguns até admiração. Do meu ponto de vista, a história é ainda melhor que a do livro anterior, em que os personagens ainda eram jovens e imprudentes. Uma leitura bem interessante.




Por Favor, Comentem!!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

[Resenha] Prelúdio de Sangue

Prelúdio de Sangue (Saga Plantageneta Vol. 1)
Autora: Jean Plaidy
Editora: Bestbolso
Ano: 2007
Tradução: Luiz Carlos do Nascimento
Pgs: 416
Resenha:
Herdeira da Aquitânia, Eleonore, voluntariosa e aventureira, se casou com o rei francês Luís VII, pois a coroa francesa estava muito interessada no rico ducado da Aquitânia. Mas Eleonore não queria, e não iria bancar o papel de esposa e rainha dócil e submissa. Durante o período como rainha da França, ela teve diversos amantes, sendo o último, Henrique Plantageneta, futuro Henrique II.
“Ela não ficou desapontada. Como todos os governantes, Luís tivera a esperança de que fosse menino; no entanto, perguntava ela a suas damas por que deveria haver aquela avassaladora adoração pelo macho.” Pg. 78
Quando o casamento com Luís VII finalmente acabou, Eleonore e Henrique se casaram. À partir de então, juntos, começaram a luta pelo trono da Inglaterra.
“No entanto, vitorioso que estava, Henrique não queria perder tempo. A sede de conquista o dominara. Sabia que estava na hora de partir para a Inglaterra.” Pg. 186
Porém, Henrique se mostraria um homem extremamente infiel, apesar de Eleonore, para sua própria surpresa, ter lhe permanecido fiel. Isso abalaria profundamente a relação desse poderoso casal.
“O emir adotou o hábito de convidar Gilbert para sua mesa, e muitas vezes a filha estava presente. Agora sentia-se apaixonada pelo estranho prisioneiro, e sabia que nunca seria feliz sem ele.” Pg. 255

*************************

Minha Opinião:
Um livro bem empolgante. A história tem personagens bem marcantes, pelos quais você sente raiva (Henrique II) ou admiração (Eleonore da Aquitânia). Além disso, é muito interessante conhecer parte da História européia através de um romance de fácil leitura, que nos mantêm presos à leitura até o final. Vale à pena ler, tanto esse como sua continuação, O Crepúsculo da Águia. Toda a Saga Plantageneta tem ao todo quase uns 10 livros, mais ou menos, não lembro ao certo. Mas de todos os volumes da saga que li até agora, esse é um dos melhores, juntamente com o 2º e 5ª volumes.



Por Favor, Comentem!!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O que estou lendo...




Atualmente estou lendo o livro "Peixe de Ouro", continuação de "Os Cavalos Celestiais" e estou gostando muito. Nesse volume a história se foca menos em Lubuwei e mais em Peixe de Ouro, Zheng. Mas Huayang, Zhaoji, Várzea Insondável e Lisi, entre outros, também tem papel importante no desenrolar da história.



Também estou lendo "Assassinato Real" da Jean Plaidy, sobre a vida e morte de Ana Bolena e seu relacionamento com Henrique VIII, ainda estou no início, mas eu gosto muito de ler sobre a Dinastia Tudor, principalmente Ana Bolena e Elizabeth I, entre outras personagens marcantes dessa época.
Particularmente, gosto de ler mais de um livro ao mesmo tempo, acho que ajuda a treinar a memória.