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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Personagens Históricos: Imperatriz Consorte Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias


Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias, cujo nome completo em italiano era Teresa Cristina Maria Giuseppa Gasparre Baltassarre Melchiore Gennara Rosalia Lucia Francesca d'Assisi Elisabetta Francesca di Padova Donata Bonosa Andrea d'Avelino Rita Liutgarda Geltruda Venancia Taddea Spiridione Rocca Matilde (Nápoles, 14 de março de 1822 - Porto, 28 de dezembro de 1889), foi uma princesa do Reino das Duas Sicílias, do ramo italiano da Casa de Bourbon, e a terceira e última imperatriz-consorte do Brasil, esposa do imperador Dom Pedro II. Foi a mãe da princesa Isabel e D. Leopoldina, princesa imperial do Brasil e princesa do Brasil, respectivamente.

Princesa de Nápoles

Era filha de Francisco de Bourbon-Duas Sicílias, membro do ramo italiano da Casa de Bourbon - à época, príncipe herdeiro do Reino das Duas Sicílias e, mais tarde, rei Francisco I (Francesco Gennaro Guiseppe Saverio Giovanni Battista di Borbone-Due Sicilie) - e de Maria Isabel de Bourbon, Infanta de Espanha (em espanhol: María Isabel de Borbón y Borbón), segunda esposa de Francisco I. 
Como princesa, teve uma educação esmerada: belas artes, música, canto, bordado, francês e religião. Possuía natureza sensível, inteligência apurada e inclinada naturalmente ao culto da arte, tendo sido educada e instruída pelo professor monsenhor Olivieri. 
Estudiosa da cultura clássica, interessou-se especialmente pela arqueologia e as descobertas que estavam sendo realizadas, na sua época, em Pompeia e Herculano. A jovem princesa financiou e conduziu as escavações em Veios, um sítio etrusco, 15 km ao norte de Roma. Esta é a razão pela qual, anos mais tarde, já casada com D. Pedro II, Teresa Cristina ser conhecida como "a imperatriz arqueóloga".
Não sabemos a razão do fato de Teresa Cristina ser levemente claudicante (manca). Pode ser que a causa tenha sido uma queda no sítio arqueológico, ou um problema congênito pré-existente. O certo é que, devido a sua deficiência, ela ocupava a maior parte do tempo com seus estudos, a literatura e as artes, ao contrário de outras princesas, que apreciavam os bailes e as danças. Os biógrafos comentam a sua existência modesta, sem nenhum aparato, no velho Palácio Chiaramonti.

Casamento

Em 1842, assim que D. Pedro II atingiu 18 anos, o influente Pedro de Araújo Lima, ministro do império, enviou à Europa Bento da Silva Lisboa, um alto funcionário da corte, seu subordinado direto, que foi o encarregado de tratar do casamento de Dom Pedro II.
Várias tentativas foram realizadas em busca de uma esposa, tendo sido cogitadas D. Maria, arquiduquesa de Saxe, princesa Alexandra, filha de Luís I da Baviera, infanta Luísa, filha do Duque de Sevilha e prima da rainha de Espanha, na Áustria e até na Rússia, mas não havia muitas princesas a quem fosse permitido morar no Brasil. Além do mais, para os padrões da época, o imperador era considerado "pobre" (o Brasil havia gastado muito dinheiro com a Guerra da Cisplatina e as agitações do Período Regencial), não podendo almejar casamento com uma princesa de primeira linhagem. 
Após uma grande procura e negociações diplomáticas, no dia 20 de maio de 1842 foi assinado em Viena o contrato de casamento entre a princesa Teresa Cristina Maria e D. Pedro II. A noiva era três anos mais velha que o imperador e vinha de um Estado sem grande expressividade. A celebração do matrimônio deu-se por procuração, em Nápoles 30 de maio de 1843. Em 1º de julho do mesmo ano, na capela palatina do Palácio Chiaramonti, sua mão foi entregue ao imperador Dom Pedro II na pessoa do embaixador brasileiro, José Alexandre Carneiro Leão (Visconde de São Salvador de Campos), pelo príncipe de Cila, ministro e secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, na qualidade de delegado de Sua Majestade o rei das Duas Sicílias.
Ainda em 1842, Dom Pedro enviou a Nápoles uma frota que deveria trazer a imperatriz. 
Durante a viagem, Teresa Cristina demonstrou suas virtudes, pois além de acompanhar com atenção um doente a bordo, estipulou que, a cada dia, um dos navios da frota destacasse um de seus oficiais para jantar com ela. 
Chegou ao Brasil no dia 3 de setembro de 1843, às 5 horas e 35 minutos, com o céu escuro devido a chuvas e ventos fortes, a bordo da fragata Constituição na Fortaleza de São João (no atual Bairro da Urca - Rio de Janeiro), acompanhada pelo irmão, o príncipe Luís, Conde de Áquila, que se casaria com Januária, irmã do Imperador. 
O desembarque ocorreu em 4 de setembro sendo que a Fragata Constituição foi precedida pela Corveta Euterpe, que anunciou aos brasileiros a chegada da imperatriz. Entraram no porto, logo depois a Corveta Dois de Julho, e mais uma nau e três fragatas napolitanas). 
Há quem afirme que, ao conhecer a esposa, com quem casara por procuração, D. Pedro teria cogitado em pedir a anulação do matrimônio por conta de seus minguados atributos físicos: era baixa, manca e feia. Alguns cronistas relatam que o casamento só teria se consumado um ano depois e que o imperador só não remeteu a esposa de volta à sua terra natal graças à intervenção de D. Mariana Carlota de Verna Magalhães, Condessa de Belmonte e ama do jovem monarca. 

A imperatriz do Brasil

Apesar destes percalços iniciais, o casamento duraria 46 anos. Teresa Cristina era dotada de raro senso de cordialidade. Discreta, caridosa e inteligente, conquistou a estima do marido graças ao interesse comum em assuntos culturais. Na frota que a trouxe ao Brasil fez embarcar artistas, músicos, professores, botânicos e outros estudiosos. Aos poucos, enriqueceria a vida cultural e científica brasileira, mandando vir de sua terra as primeiras preciosidades artísticas recuperadas de Herculano e Pompeia, enviadas por seu irmão, Fernando II. Boa cantora e boa musicista, alegrava o palácio com saraus constantes. 
"Traço comum entre os napolitanos, a voz bonita e educada da imperatriz seria mencionada por um diplomata francês, citado por Afonso de Taunay no livro 'No Brasil de 1840': “Em fevereiro de 1844, um diplomata em trânsito, Jules Itier, visitando a Quinta da Boa Vista, parou, espantado, junto às janelas do Paço. ‘Era uma voz feminina, admiravelmente bem timbrada, que emitia as notas da famosa ária rossiniana Una voce poco fá’. Um bom piano acompanhava a cantora. Quis aplaudir e conteve-se. Porque surgiu, no balcão, a própria imperatriz”.
A imperatriz possuía dotes artísticos que nem todos conheciam e hoje são pouco comentados. Enquanto cuidava de suas filhas em um dos jardins do Palácio de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, denominado então "Jardim das Princesas", Teresa Cristina demonstrou o seu conhecimento e talento para o mosaico. Utilizou-se de conchas, recolhidas nas praias do Rio de Janeiro, e cacos das peças de serviço de chá da casa imperial que ela utilizou com argamassa para recobrir os bancos, tronos, fontes e paredes do Jardim das Princesas.
Pouco utilizado entre nós, o mosaico é denominado arte musiva (tanto mosaico quanto museu e música vêm do latim musa). Teresa Cristina foi precursora deste tipo de arte, coisa pouco divulgada pelos historiadores e especialistas. Muitos anos depois Antoni Gaudí e Josep Maria Jujol "revolucionaram" o mundo das artes com um trabalho semelhante ao que Teresa Cristina já realizava em São Cristóvão, tendo, no entanto, muito mais reconhecimento do que ela. Atualmente é muito difícil ver esses trabalhos, pois esta área do museu está fechada ao público devido a atos de vandalismo perpetrados por visitantes que recolhiam pedaços, lascas e até cacos inteiros como lembrancinhas do passeio a Quinta da Boa-Vista. Existe publicação avulsa de 1997 realizada pela arqueóloga Maria Beltrão, do Museu Nacional, a este respeito, citada por inúmeros domínios na internet.
Pedro II foi um marido cordial, embora tenha sido infiel em várias ocasiões, especialmente por conta de seu longo romance com Luísa Margarida de Portugal e Barros, Condessa de Barral e Pedra Branca. 
Apesar das aventuras extra-conjugais - bastante comuns no meio aristocrático da época, onde os casamentos eram tratados como assunto de Estado - o casal imperial viveu sempre em harmonia doméstica, a qual ficava mais patente quando estavam no Palácio de Petrópolis, construído entre os anos de 1845 e 1862.
Em sua residência de verão, os soberanos podiam dar-se ao luxo de levar uma existência prosaica, onde o protocolo estava suspenso e o cotidiano era virtualmente idêntico ao das grandes famílias de fazendeiros da época: acordavam cedo, almoçavam às dez horas e jantavam às dezesseis. Banhavam-se, cada um na própria alcova, às dezessete horas, e ceavam entre as dezenove e as vinte. 
A imperatriz cuidava ela mesma de parte dos jardins, especialmente as roseiras e, algumas vezes, cozinhava. Teresa Cristina era napolitana e, em assim sendo, acredita-se que tenha sido ela a responsável pela introdução das massas no cardápio da família imperial. Muito provavelmente, o primeiro prato de macarrão comido em terras brasileiras tenha sido preparado pela própria imperatriz. 
Em 1864 um evento demonstra a relativa "liberalidade" do casal. O imperador havia tratado, através de seus ministros, o casamento da princesa Isabel, herdeira do trono, com o duque Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota, o segundo filho de Augusto de Saxe-Coburgo-Gota e da princesa Clementina de Orléans; ao mesmo tempo, o primo deste, Luís Filipe Maria Fernando Gastão de Orléans e Saxe-Coburgo-Gota (Louis Phillipe Marie Ferdinand Gaston d'Orléans et Saxe-Cobourg et Gotha), conde d'Eu, foi prometido à princesa Leopoldina. 
Quando da chegada dos dois jovens, as princesas perceberam que deveria ocorrer uma troca, pois cada uma delas havia se encantado pelo pretendente da outra, e imediatamente solicitaram aos pais que a troca fosse realizada. Tanto Pedro II quanto Teresa Cristina, favoráveis a que os casamentos fossem motivados não apenas pelas questões dinásticas, mas também pelos afetos - até porque, no seu próprio caso, havia ocorrido um choque inicial - consentiram imediatamente.


Morte da imperatriz deposta

O historiador Max Fleiuss afirma: “Costuma-se dizer que o dia 15 de novembro foi uma revolução incruenta, feita com flores. Houve, porém, pelo menos uma vítima: a imperatriz”.
A historiadora Mary del Priore relata as dificuldades e todo o constrangimento ao qual foi submetida a idosa imperatriz durante o processo de expulsão/banimento: "O traslado foi difícil. Chovia. Riscos de escorregões e afogamento não faltaram. O imperador tinha as pernas fracas, a imperatriz era pesada e coxa. Custaram a ser içados para o deque. Enfim, todos reunidos no tombadilho diminuto do "Parnaíba", alguns, entre eles o imperador, aguardaram o nascer do sol.(...) Às 18 horas, o "Alagoas" ancorava na enseada do Abraão, lado a lado com a canhoneira. O traslado mais uma vez se fez à noite. Praticamente pendurada por cabos, oscilando de uma embarcação para a outra, a imperatriz dava gritos que penalizavam a todos."
Durante toda a viagem marítima que conduziu a família imperial brasileira rumo ao exílio, Teresa Cristina esteve em estado de choque, entorpecida pelo tratamento rude que os republicanos dedicaram à dinastia deposta. Ao embaixador da Áustria presente no embarque, perguntou: "Que fizemos para sermos tratados como criminosos?" 
No desembarque em Portugal retirou-se para um hotel simples, na cidade do Porto, onde sentiu-se mal. Um médico chamado às pressas nada pôde fazer. Suas últimas palavras teriam sido: "Brasil, terra abençoada que nunca mais verei". Era 28 de dezembro de 1889. 
Sobre as exéquias, escreve Mary Del Priore: "De novo Portugal, Porto, igreja da Lapa. Irmãs de caridade velavam o corpo embalsamado de Teresa Cristina numa câmara mortuária tão cheia de flores que mais parecia um jardim. 'O enterro da imperatriz foi um acontecimento. Foi feito com muito respeito e todos mostraram muito sentimento. Dom Pedro Augusto tem uma cara de apetite simpática e bonita. Esta é minha opinião de relance. As irmãs de caridade são da mesma opinião' — escrevia para Paris a cunhada de Eça de Queiroz. A cara bonita era conhecida como a “daquele que vai ser imperador”. Satisfazendo o desejo de D. Pedro, o corpo foi trasladado para Lisboa e enterrado em São Vicente de Fora, panteão dos monarcas portugueses. Estavam presentes, também, os d’Eu, a melhor nobreza de Portugal segurando as alças do caixão, além dos representantes da Áustria e da Alemanha. Saudades da “minha santa”, repetia o monarca. 'Quem diria que ela subiria aos céus para orar por mim e por todos que amou e estimou na terra?', se perguntava acabrunhado. O programa do funeral foi publicado nos jornais."
Tendo sido sepultada, como vimos, no Panteão de São Vicente de Fora, seus restos foram trasladados para o Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis, após a revogação do ato de banimento, já no século XX, durante a presidência de Getúlio Vargas. 
Os jornais europeus comentaram a morte da imperatriz. Le Figaro escreveu em 29 de dezembro de 1889: “A Europa saudará respeitosamente esta imperatriz morta sem trono, e dir-se-á, falando-se dela: sua morte é o único desgosto que ela causou a seu marido durante quarenta e seis anos de casamento”.

Posteridade

Em sua homenagem foram batizados os municípios brasileiros de:
  • Teresina (Piauí);
  • Teresópolis (Rio de Janeiro);
  • Cristina (Minas Gerais);
  • Imperatriz (Maranhão);
  • Cristinápolis (Sergipe); e
  • Santo Amaro da Imperatriz (Santa Catarina).
Ao doar sua coleção iconográfica para a Biblioteca Nacional do Brasil, D. Pedro II fez uma única exigência: que a coleção ganhasse o nome de sua esposa (Coleção Teresa Cristina Maria). A coleção é hoje tombada pela Unesco como patrimônio mundial.
Dotado de vocação para a poesia, profundamente consternado com a morte da esposa, D. Pedro II escreveu em 1891:

À Imperatriz 
Corda que estala em harpa mal tangida,
Assim te vás, oh doce companheira
Da fortuna e do exílio, verdadeira
Metade de minh'alma entristecida!

De augusto e velho tronco hastea partida
E transplantada em terra brasileira,
Lá te fizeste a sombra hospitaleira
Em que todo infortúnio achou guarida.

Feriu-te a ingratidão, no seu delírio;
Caiste, e eu fico a sós, neste abandono,
Do seu sepulcro vacilante cirio!

Como foste feliz! 
Dorme o seu sono,
Mãe do povo, acabou-se o teu martírio,
Filha de Reis, ganhaste um grande trono!

D. Pedro D'Alcantara

Mais de cem anos após o golpe de Estado que destituiu a família imperial, o Brasil começa a resgatar a imagem não apenas do imperador, mas também de sua real consorte, conforme afirma Eugênia Zerbini:
"Comparado com o que já se escreveu sobre nossas duas outras imperatrizes - Leopoldina e Maria Amélia, esposas de D. Pedro I -, muito pouco se falou sobre Teresa Cristina, embora ela tivesse vivido por quase meio século em terras brasileiras. A lembrança dessa princesa napolitana, de gosto artístico refinado e um meio sorriso “à la Mona Lisa”, merece ser alçada de novo à luz, como aconteceu com os tesouros de Pompeia."
Em 1996, a arqueóloga Maria Beltrão organizou a exposição "Jardim das Princesas e a Arqueologia Histórica" no Salão de Entrada da Exposição do Museu Nacional, UFRJ. No catálogo da exposição, pela primeira vez a academia divulgava e expunha a importância do trabalho da imperatriz Teresa Cristina no campo do mosaico.
Em 1997 organizou-se pelo Museu Imperial uma exposição denominada "Teresa Cristina Maria: a imperatriz silenciosa", a qual itinerou, até 2002, por vários museus importantes, como o Museu Paulista e acabou originando a publicação de um livro e a produção de um filme.
Na quarta edição do evento "Rio Mosaico", de 8 a 31 de outubro de 2008, houve a homenagem à imperatriz, enquanto expoente da arte musiva:"O Grupo Rio Mosaico, nesta 4ª edição, homenageia os 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil, através dos trabalhos da imperatriz Teresa Cristina, a precursora da Arte Musiva no Brasil. Seus mosaicos estão no Jardim das Princesas, do Museu Nacional, pouco divulgados no meio artístico cultural."
Entre os dias 1 e 7 de setembro de 2009, comemorando a Semana da Pátria aconteceu em Petrópolis a Semana Italiana. O evento, promovido pela Casa D'Itália Anita Garibaldi, com o apoio da Prefeitura, Câmara Municipal, Universidade Católica de Petrópolis, Museu Imperial e Petrópolis Convention & Visitors Bureau, comemorou os 166 anos da chegada da imperatriz Teresa Cristina ao Rio de Janeiro. Na programação, houve referências à cultura, à música, à dança e à culinária italianas.

Descendência

D. Teresa Cristina foi mãe de:
  • Afonso (1845-1847),
  • Isabel (1846-1921),
  • Leopoldina (1847-1871),
  • Pedro (1848-1850).
Títulos
  • 1825-1831: Sua Alteza Real Princesa Real das Duas-Sícilias, Tereza Cristina
  • 1843-1889: Sua Majestade Imperial, dona Teresa Cristina, Imperatriz Consorte e Defensora Perpétua do Brasil.
  • 1889: Nenhum. Passou a assinar sempre como "dona Teresa Cristina".
Honrarias

Grã-cruz da Ordem do Santo Sepulcro

Grande Dama de Honra e Devoção da Soberana Ordem de Malta

Dignitária da Ordem das Damas Nobres de Espanha

Dignitária de Ordem Real de Santa Isabel

Dignitária da Ordem da Cruz Estrelada

Dignitária da Ordem de Santa Isabel da Baviera

Fonte:

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Curiosidades: Lista de Rainhas Consortes (ou Rainhas Mãe) de Joseon (Coréia)


  1. Rainha Uihye (Mãe do Rei Taejo)
  2. Rainha Sinui (Primeira Consorte do Rei Taejo)
  3. Rainha Sindeok (Segunda Consorte do Rei Taejo)
  4. Rainha Jeongan (Consorte do Rei Jeongjong)
  5. Rainha Wongyeong (Consorte do Rei Taejong)
  6. Rainha Soheon (Consorte do Rei Sejong)
  7. Rainha Hyeondeok (Consorte do Rei Munjong)
  8. Rainha Jeongsun (Consorte do Rei Danjong)
  9. Rainha Jeonghui (Consorte do Rei Sejo)
  10. Rainha Ansun (Consorte do Rei Yejong)
  11. Rainha Sohye/ Insoo (Mãe do Rei Seongjong)
  12. Rainha Gonghye (Primeira Consorte do Rei Seongjong)
  13. Rainha Jeheon/ Rainha Deposta Yun (Segunda Consorte do Rei Seongjong)
  14. Rainha Jeonghyeon (Terceira Consorte do Rei Seongjong)
  15. Princesa Consorte Munseong/ Rainha Deposta Shin (Consorte do Príncipe Yeonsan)
  16. Rainha Dangyeong (Primeira Consorte do Rei Jungjong)
  17. Rainha Janggyeong (Segunda Consorte do Rei Jungjong)
  18. Rainha Munjeong (Terceira Consorte do Rei Jungjong)
  19. Rainha Inseong (Consorte do Rei Injong)
  20. Rainha Insun (Consorte do Rei Myeongjong)
  21. Rainha Uiin (Primeira Consorte do Rei Seonjo)
  22. Rainha Inmok (Segunda Consorte do Rei Seonjo)
  23. Rainha Hyejang/ Rainha Deposta Yu (Consorte do Príncipe Gwanghae)
  24. Rainha Inryeol (Primeira Consorte do Rei Injo)
  25. Rainha Jangryeol (Segunda Consorte do Rei Injo)
  26. Rainha Inseon (Consorte do Rei Hyojong)
  27. Rainha Myeongseong (Consorte do Rei Hyeonjong)
  28. Rainha Ingyeong (Primeira Consorte do Rei Sukjong)
  29. Rainha Inhyeon (Segunda Consorte do Rei Sukjong)
  30. Rainha Inwon (Terceira Consorte do Rei Sukjong)
  31. Rainha Danui (Primeira Consorte do Rei Gyeongjong) 
  32. Rainha Seonui (Segunda Consorte do Rei Gyeongjong)
  33. Rainha Jeongseong (Primeira Consorte do Rei Yeongjo)
  34. Rainha Jeongsun (Segunda Consorte do Rei Yeongjo)
  35. Princesa Consorte Hyegyeong/ Rainha Heongyeong (Mãe do Rei Jeongjo)
  36. Rainha Hyoui (Consorte do Rei Jeongjo)
  37. Rainha Sunwon (Consorte do Rei Sunjo)
  38. Rainha Sinjeong (Mãe do Rei Heonjong)
  39. Rainha Hyohyeon/ Hyohyeon, a Imperatriz Seong (Primeira Consorte do Rei Heonjong)
  40. Rainha Myeongheon (Segunda Consorte do Rei Heonjong)
  41. Rainha Cheolin (Consorte do Rei Cheoljong)
  42. Rainha Min/ Imperatriz Myeongseong (Consorte do Rei/ Imperador Gojong)

segunda-feira, 24 de março de 2014

Personagens Históricos: Rainha Munjeong de Joseon (1502-1565)

Regência: 07 de julho de 1545 - 7 de Abril de 1565 (19 anos, 274 dias)
Predecessor: Injong (reinando como Rei)
Sucessor: Myeongjong (reinando como Rei)
Nome póstumo:
Curto: Rainha Munjeong
* 문정 왕후
* 文定 王后
* Wanghu Munjeong
Completo: A Sagrada e Colérica, Benevolente e Brilhante Rainha Consorte Munjeong
* 성렬인명문정왕후
* 圣烈仁明 文定 王后
* Inmyeong Seongryeol Munjeong Wanghu
Nascimento: 1501, Joseon
Morte: 07 de abril de 1565 (65 anos), Sodeok Hall, Palácio Changdeok, Jongno-gu, Seul, Joseon
Enterro: Taereung

Rainha Munjeong (문정 왕후, 文定 王后) (1502-1565) foi a esposa do Rei Jungjong de Joseon.
Ela era do clã Yoon Papyeong. Seu pai era Yoon Ji-im. Ela foi regente de seu filho, o rei Myeongjong quando ele ainda era muito jovem para governar por si mesmo, ou seja, até 1565. Conhecido como uma boa administradora, ela continuou a governar mesmo depois do filho ter atingido a maioridade. Ela deu terra para as pessoas comuns que haviam sido anteriormente detidas pela nobreza. Foi só depois de sua morte que seu filho assumiu o poder.
Ela recebeu o título póstumo de Inmyeong Seongryeol Munjeong Wanghu (성렬인명문정왕후, 圣烈仁明 文定 王后).

Ascensão ao Poder

De acordo com crônicas não-oficiais, não é provável que Munjeong tenha demonstrado amor pelo filho "adotivo", rei Injong, após décadas de indiferença educada (na realidade, o ódio por trás dos bastidores).
Quando Injong passou a pagar seus respeitos pela manhã, Munjeong o recebia com um sorriso radiante que só uma mãe pode dar ao seu filho. Injong tomou isso como um sinal de que a Rainha Mãe finalmente reconheceu-o como o rei, e, em especial como seu próprio filho. Ele comeu o ddeok que sua madrasta lhe deu, sem saber que seria o começo do fim. Ele adoeceu devagar, não o suficiente para criar qualquer suspeita, mas rapido o suficiente para que os historiadores, mais tarde, reparassem no evento. Três dias se passaram antes que Injong misteriosamente morresse (depois de apenas nove meses de governo).
O filho da rainha Munjong tornou-se o rei Myeongjong, enquanto que Munjeong tornou-se rainha regente. As crônicas também dizem que Munjeong era freqüentemente visitada por espíritos durante a noite após a morte Injong, ela ficou tão perturbada que mudou sua residência de Gyeongbok Palace para Changdeok Palace.

Ressurgimento do budismo

Munjeong foi a defensora mais influente do budismo durante o começo da dinastia Joseon, na verdade, ela acabou com a proibição oficial contra o culto budista e promoveu um ressurgimento impressionante do Budismo. Duas provas de seu forte apoio do budismo ainda existem.

Pinturas budistas

Durante o período em que seu filho (o Príncipe Real) ficou doente e com sua incapacidade de produzir outro filho, a preocupação dela motivou a ordem de 400 obras de arte budista (das quais 50 em súplica para a recuperação do Príncipe Real e para o nascimento de outro filho). Além disso, o objetivo da ordem era para comemorar a abertura do Templo Hoeam. O projeto foi iniciado em 1563 e foi concluído dois anos mais tarde. Infelizmente, o Príncipe Real morreu antes da conclusão da ordem.
A ordem maciça envolveu 100 pergaminhos em cada um das quatro tríades:

Tríade do Buda histórico (sânscrito: शाक्यमुनि Śākyamuni; coreano: 석가모니 seokgamoni / 석가 / seokga)
Tríade do Buda do Paraíso ocidental (अमिताभ Amitabha; 아미타불 amitabul)
Tríade do Buda do Futuro (मैत्रेय Maitreya; 미륵 mireukbosal 보살)
Tríade do Buda da Medicina (भैषज्यगुरु Bhaisajyaguru; 약사 여래 / 약사불 yaksayeorae / yaksabul)

Depois 2009, apenas 6 dos 400 pergaminhos ainda existem.
Uma pintura da Tríade Sakyamuni - feito em 1565, que anteriormente pertencia ao Templo Hoeam, descoberta no Japão (em excelente estado), comprado e mantido pela Coleção Jackson Mary Burke, em 1990, em Nova York. A pintura é considerada por especialistas na área e na comunidade budista como sendo uma das obras mais importantes e representativas do budismo produzidas durante a Dinastia Joseon.
Uma pintura da Tríade Bhaisajyaguru - atualmente em exibição no Museu Nacional da Coréia.
4 pinturas estão no Japão:
 Uma pintura da Tríade Sakyamuni
 3 pinturas da Tríade Bhaisajyaguru

Templos budistas

Templos budistas serviram como uma prova do objetivo da zelosa Munjeong pelo renascimento do budismo. A pedra angular do renascimento do budismo é o templo Bongeun-sa (um grande centro do budismo Zen).
Bongeun-sa foi estabelecida em 794 pelo Ven. Yeon-hoe, e foi originalmente chamado de Sa-Gyeonseong. Foi reconstruída em 1498 (com patrocínio de Munjeong) e renomeada para Bongeun-sa. Em 1562 foi transferido de cerca de 1 km da sua localização original e reconstruído. Seu destino será a destruição pelo fogo (1592 e 1637) e reconstrução repetitiva, além d e renovações (1637, 1692, 1912, 1941 e 1981). Antes da reconstrução, o budismo caiu sob a opressão imposta pelo Estado, uma vez que o governo manteve o Neo-Confucionismo, como o ideal único. Com um forte apoio Munjeong para o novo despertar do budismo, ela reconstruiu Bongeun-sa e a tornou a pedra fundamental para início do renascimento do Budismo em Joseon.
Ven. Bo-woo desempenhou um papel fundamental neste período crítico, tendo sido designado como o Monge Chefe do Bongeun-sa em 1548. Ele relançou um sistema oficial de treinamento e seleção tanto para os monges (meditação) quanto para o Seon Gyo (doutrinário, escolar), duas seitas do budismo coreano. Em 1551, Bongeun-sa tornou-se o principal templo da Ordem Jogye Seon, logo tornou-se a principal base para a restauração total do budismo coreano. Este sistema de formação renovada produziu monges ilustres como o Ven. Seo-san, Ven. Sa-Myeong e Ven. Byeok-am. No entanto, após Munjeong morrer, Ven. Bo-woo foi morto por agentes anti-budistas.

Família

Pai: Yoon Ji-im (윤지임, ?-1534), O Príncipe Interno Pasan (파산부원군)
Mãe: Senhora Ui do Clã Jeon-Ui, A Princesa Interna Consorte Jeonseong (전성부부인 이씨)
Irmãos:
Yoon Won-gae (Hangul: 윤원개, Hanja: 尹元凱)
Yoon Won-ryang (Hangul: 윤원량, Hanja: 尹元亮) (1495–1569)
Yoon Won-pil (Hangul: 윤원필, Hanja: 尹元弼)
Yoon Won-ro (Hangul: 윤원로, Hanja: 尹元老) (morreu em 1547)
Yoon Won-hyeong (Hangul: 윤원형, Hanja: 尹元衡) (1509–1567)
2 irmãs
Marido: Rei Jungjong (중종, 1488-1544)
Filhos:
Grande Príncipe Gyeongwon (경원대군, 1534-1567), único filho, mais tarde: Rei Myeongjong de Joseon
Princesa Uihye (의혜공주), 1ª Filha
Princesa Hyosun (효순공주), 2 ª Filha
Princesa Gyeonghyeon (경현공주), 3 ª Filha
Princesa Insun (인순공주), 4 ª Filha
Cunhadas conhecidas:
Senhora Kim (김씨 부인, ?-1551), 1ª esposa de Yoon Won-hyeong
Jeong Nan-jeong (정난정, ?-1565), Dama Jeonggyeong (정경부인), 2ª esposa de Yoon Won-hyeong
Senhora Jang (장씨), esposa de Yoon Won-ryang
Ancestrais:
Tatara-tatara-tatara-avô: Yoon Beon (Hangul: 윤번, Hanja: 尹璠) (1384–1448), Primeiro-Ministro durante o reinado do Rei Sejo de Joseon
Tatara-tatara-tatara-avó: Senhora Yi (Hangul: 이씨, Hanja: 李氏)
Tatara-tatara-avô: Yoon Saheun (Hangul: 윤사흔, Hanja: 尹士昕) (1422–1485), irmão da Rainha Jeonghui
Bisavô: Yoon Gye-gyeom (Hangul: 윤계겸, Hanja: 尹繼謙) (1442–1483)
Avô: Yoon Uk (Hangul: 성욱, Hanja: 尹頊) (1459–1485)
Avó: Senhora Jeong, do Clã Yeongil Jeong (Hangul: 영일 정씨, Hanja: 迎日 鄭氏)

Atrizes que retrataram a rainha Munjeong

Kim Hye-ja - 1985 - Episódio 4 (The Wind Orchid) de 500 Years of the Joseon Dynasty
Jeon In-hwa - 2001 - Woman of the World
Park Jeong-sook - 2003 - Dae Jang-geum
Lee Deok-hui - 2008 - Hometown of Legends
Park Ji-young - 2013 – The Fugitive of Joseon/ Mandate of Hea

Selo de Tartaruga da Rainha Munjeong
Park Ji-young como a Rainha Munjeong em
Mandate of Heaven
Park Jeong-sook como a rainha em Dae Jang-geum

Taereung, tumba da rainha Munjeong
Taereung, tumba da rainha Munjeong
Taereung, tumba da rainha Munjeong
Bongeun-sa

Fontes:

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segunda-feira, 10 de março de 2014

Personagens Históricos: Dama Mishil de Silla

Dama Mishil (미실, , 540? ~ 600) é uma figura histórica de Silla. Ela é uma figura muito importante na transcrição da Segi Hwarang.
De acordo com a Segi Hwarang, ela era filha de Lorde Mijinbu (2º Líder do Hwarang (Pungwolju)), com a mãe de seu pai sendo a princesa Samyeop, filha do rei Beopheung. Sua mãe foi a Dama Myodo, irmã de Imperatriz Viúva Sado (consorte do rei Jinheung). Com essas relações, Mishil era uma jingol ( 진골 nobre dentro do sistema de classificação de ossos).
Ela se tornou poderosa devido a suas relações com os reis de Silla e vários Pungwolju, ela era a esposa do Senhor Sejong (6 Pungwolju), amante do general Seolwon (7 Pungwolju), e era concubina de três reis sucessivos de Silla: Rei Jinheung, Rei Jinji e Rei Jinpyeong, sendo também apaixonada pelo príncipe herdeiro Dongryeon (filho mais velho do imperador Jinheung, o Grande).
Seu enorme poder ficou provado quando ela convenceu vários nobres a expulsar Jinji do seu trono. Dois de seus filhos (por meio de suas muitas relações), Lordes Hajong e Bojong, tornaram-se os Pungwolju 11 e 16, respectivamente.
No drama de TV Queen Seondeok, seu papel foi desempenhado por Ko Hyun Jung e foi a adversária principal da Princesa Deokman (interpretada por Lee Won Yo).


Representação em série de TV

Em Queen Seondeok, Mishil é uma das pessoas mais influentes do reino de Silla funcionando como dama da corte (sendo concubina de Jinheung), a Guardiã do Selo Real ( 새주 Seju), e como Wonhwa (líder feminina do Hwarang). Além disso, ela possui uma inteligência que a faz parecer ainda mais forte.


Família 

Avô paterno: Senhor Asi (时公 아시공), filho de Seonmo ( 선모) e Bohye ( 보혜)
Avó paterna: Princesa Samyeop (
三叶 公主 삼엽공주), filha do rei Beopheung e Dama Byeokhwa ( 夫人 벽화 부인)
Avô materno: Park Yeong-sil (
박영실), filho do Senhor Suji ( 수지공) e Princesa Bohyeon ( 公主 보현 공주, filha do rei Jijeung)
Avó materna: Dama do Palácio Okjin (
玉珍 宫主 옥진궁주) [2], filha de Wihwa Rang ( 위화랑; Pungwolju 1) e Dama Odo (吾道 夫人 오도 부인)
Pai: Senhor Mijinbu (
미진부공), segundo Pungwolju
Mãe: Dama Myodo (
夫人 묘도부인)
Irmão mais novo: Misaeng Rang (
미생랑), 10º Pungwolju
Maridos:
Senhor Sejong (
世宗 세종공) [3] [4], 6º Pungwolju
Senhor Sadaham (
사다함공), 5º Pungwolju
Seolwon Rang (
설원랑), 7º Pungwolju
Rei Jinheung (
진흥왕) 24º rei de Silla
Príncipe Herdeiro Dongryun (
太子 동륜태자), filho do Rei Jinheung
Rei Jinji (
진지왕), 25º rei de Silla
Rei Jinpyeong (
平王 진평왕) 26º rei de Silla
Filhos:
Senhor Hajong (
夏宗公 하종공), primeiro filho com Senhor Sejong, 11º Pungwolju
Senhor Okjong (
옥종공), segundo filho com Senhor Sejong
Senhor Bojong (
보종공), filho único com Seolwon Rang, 16º Pungwolju
Príncipe Sujong (
寿 殿 수종 전군) filho único com o Rei Jinheung
Princesa Banya (
般若 公主 반야 공주), primeira filha com o Rei Jinheung
Princesa Nanya (
公主 난야공주), segunda filha com o Rei Jinheung
Princesa Aesong (
艾松 公主 애송 공주), única filha com o Rei Jinji
Princesa Bohwa (
公主 보화 공주), única filha com o Rei Jinpyeong
 


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Personagens Históricos: Hwang Jin-Yi (1520 - 1560)

Hwang Jin-i (1520c.-1560c.), também conhecida pelo seu nome gisaeng Myeongwol (literalmente 'Lua Brilhante'), é uma das mais famosas gisaeng da Dinastia Joseon que viveu durante o reinado do Rei Jungjong. Ela se destacou por sua beleza excepcional, sagacidade charmosa e intelecto extraordinário. Sua vida pessoal se tornou quase um mito semelhante, tendo inspirado filmes, uma série de TV de 2006, óperas, e vários romances. Devido à sua natureza de renome assertiva e independente, ela se tornou um ícone cultural popular moderna da Coreia.

Obras
Embora apenas um punhado de peças e sijo geomungo existem hoje, eles continuam a mostrar a sua habilidade com palavras e de arranjo musical. Sua sijo freqüentemente descreve a beleza natural da Gaeseong e em suas famosas vistas, como o palácio de Manwoldae e as Cataratas do Pakyon. Outros sugerem a tragédia de seus amores perdidos. Alguns também são respostas aos inúmeros famosos poemas clássicos chineses e literatura, a maioria deles reflete sobre o amor perdido. Dois de seus sijo mais famosos são:
"동짓달 기나긴 밤을 .."
동짓달 기나긴 밤을 한 허리 를 버혀 내어
춘풍 니불 아래 서리 서리 넣었다 가
어론님 오신 날 밤이어든 굽이굽이 펴리라

"청산리 벽계수 (靑 山里 碧溪 水) ..."
靑 山里 碧溪 水 (청산리 벽계수)
易 移去 (막과이이거)
一 到 海 不 (일도창해부복환)
明月 空 山 (명월 만 공산)
休 且 去 奈何 (잠휴차거나하)
청산리 벽계수 (靑 山里 碧溪 水) 야 수이 감을 자랑 마라.
일도 창해 (一 到 ) 하면 다시 오기 어려 우니
명월 (明月) 이 만공산 ( 空 山) 할 제 쉬어 간 들 어떠리.

Na cultura popular
No final do século 20, a história de Hwang Jin-i começou a atrair a atenção de ambos os lados da divisão coreana. Sua vida foi retratada por meio de mídia, incluindo filme de ficção, teatro e ópera. Dramas mostram sua vida, incluindo um romance de 2002 da escritora norte-coreana Hong Sok-chung, que foi o primeiro romance norte-coreano para ganhar um prêmio no sul. Outro romance, da escritora sul-coreana Jeon Gyeong-rin, tornou-se um best-seller em 2004. No final de 2006, KBS divulgou uma série de televisão intitulada Hwang Jin i, estrelado por Ha Ji-won no papel-título. Um filme protagonizado por Song Hye Kyo foi lançado em 06 de junho de 2007.

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