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terça-feira, 6 de maio de 2014

Lista de algumas das Rainhas Consortes (ou Rainhas Mãe) de Goryeo (Coréia):


  1. Rainha Sinhye (Taejo de Goryeo)
  2. Rainha Janghwa (Taejo de Goryeo)
  3. Rainha Sinmyeongsunseong (Taejo de Goryeo)
  4. Rainha Sinjeong (Taejo de Goryeo)
  5. Rainha Sinseong (Taejo de Goryeo)
  6. Rainha Jeongdeok (Taejo de Goryeo)
  7. Rainha Euihwa (Hyejong de Goryeo)
  8. Rainha Mungong (Jeongjong de Goryeo)
  9. Rainha Munseong (Jeongjong de Goryeo)
  10. Rainha Daemok (Gwangjong de Goryeo)
  11. Rainha Heonae/ Imperatriz Chun Chu (Gyeongjong de Goryeo)
  12. Rainha Heonjung (Gyeongjong de Goryeo)
  13. Rainha Moondeok (Seongjong de Goryeo)
  14. Rainha Moonhwa (Seongjong de Goryeo)
  15. Rainha Wonjeong (Hyeonjong de Goryeo)
  16. Rainha Wonhwa (Hyeonjong de Goryeo)
  17. Rainha Jungsinhyun (Seonjong de Goryeo)
  18. Imperatriz Sasuk (Seonjong de Goryeo)
  19. Rainha Myeongui (Sukjong de Goryeo)
  20. Rainha Sundeok (Yejong de Goryeo) 
  21. Rainha Gongye (Injong de Goryeo)
  22. Rainha Janggyeong (Uijong de Goryeo)
  23. Rainha Jangseon (Uijong de Goryeo)
  24. Rainha Gwangjeong (Myeongjong de Goryeo)
  25. Rainha Wondeok (Gangjong de Goryeo)
  26. Imperatriz Anhye (Gojong de Goryeo)
  27. Princesa Khutugh Beki/ Princesa Gyeguk (filha de Kublai Khan - Chungnyeol de Goryeo)
  28. Princesa Botapsillin (Chungseon de Goryeo)
  29. Rainha Jo (Chungseon de Goryeo)
  30. Rainha Myeongdeok (Chungsuk de Goryeo)
  31. Rainha Gongwon (Chungsuk de Goryeo)
  32. Princesa Bukguk (Chungsuk de Goryeo)
  33. Princesa Joguk (Chungsuk de Goryeo)
  34. Princesa Deongnyeong (Chunghye de Goryeo)
  35. Rainha Noguk/ Indeok (Gongmin de Goryeo)
  36. Rainha Sunbi (Gongyang de Goryeo)

Como não há muitas informações sobre alguns dos reis de Goryeo e várias de suas esposas, esta lista está incompleta.
Várias das rainhas do final da dinastia eram mongóis, devido a dominação da Dinastia Yuan sobre a monarquia de Goryeo na época, começando pela Princesa Gyeguk, mas não significa que os reis de Goryeo não tivessem esposas coreanas (o que muitos na verdade tinham).

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segunda-feira, 24 de março de 2014

Personagens Históricos: Rainha Munjeong de Joseon (1502-1565)

Regência: 07 de julho de 1545 - 7 de Abril de 1565 (19 anos, 274 dias)
Predecessor: Injong (reinando como Rei)
Sucessor: Myeongjong (reinando como Rei)
Nome póstumo:
Curto: Rainha Munjeong
* 문정 왕후
* 文定 王后
* Wanghu Munjeong
Completo: A Sagrada e Colérica, Benevolente e Brilhante Rainha Consorte Munjeong
* 성렬인명문정왕후
* 圣烈仁明 文定 王后
* Inmyeong Seongryeol Munjeong Wanghu
Nascimento: 1501, Joseon
Morte: 07 de abril de 1565 (65 anos), Sodeok Hall, Palácio Changdeok, Jongno-gu, Seul, Joseon
Enterro: Taereung

Rainha Munjeong (문정 왕후, 文定 王后) (1502-1565) foi a esposa do Rei Jungjong de Joseon.
Ela era do clã Yoon Papyeong. Seu pai era Yoon Ji-im. Ela foi regente de seu filho, o rei Myeongjong quando ele ainda era muito jovem para governar por si mesmo, ou seja, até 1565. Conhecido como uma boa administradora, ela continuou a governar mesmo depois do filho ter atingido a maioridade. Ela deu terra para as pessoas comuns que haviam sido anteriormente detidas pela nobreza. Foi só depois de sua morte que seu filho assumiu o poder.
Ela recebeu o título póstumo de Inmyeong Seongryeol Munjeong Wanghu (성렬인명문정왕후, 圣烈仁明 文定 王后).

Ascensão ao Poder

De acordo com crônicas não-oficiais, não é provável que Munjeong tenha demonstrado amor pelo filho "adotivo", rei Injong, após décadas de indiferença educada (na realidade, o ódio por trás dos bastidores).
Quando Injong passou a pagar seus respeitos pela manhã, Munjeong o recebia com um sorriso radiante que só uma mãe pode dar ao seu filho. Injong tomou isso como um sinal de que a Rainha Mãe finalmente reconheceu-o como o rei, e, em especial como seu próprio filho. Ele comeu o ddeok que sua madrasta lhe deu, sem saber que seria o começo do fim. Ele adoeceu devagar, não o suficiente para criar qualquer suspeita, mas rapido o suficiente para que os historiadores, mais tarde, reparassem no evento. Três dias se passaram antes que Injong misteriosamente morresse (depois de apenas nove meses de governo).
O filho da rainha Munjong tornou-se o rei Myeongjong, enquanto que Munjeong tornou-se rainha regente. As crônicas também dizem que Munjeong era freqüentemente visitada por espíritos durante a noite após a morte Injong, ela ficou tão perturbada que mudou sua residência de Gyeongbok Palace para Changdeok Palace.

Ressurgimento do budismo

Munjeong foi a defensora mais influente do budismo durante o começo da dinastia Joseon, na verdade, ela acabou com a proibição oficial contra o culto budista e promoveu um ressurgimento impressionante do Budismo. Duas provas de seu forte apoio do budismo ainda existem.

Pinturas budistas

Durante o período em que seu filho (o Príncipe Real) ficou doente e com sua incapacidade de produzir outro filho, a preocupação dela motivou a ordem de 400 obras de arte budista (das quais 50 em súplica para a recuperação do Príncipe Real e para o nascimento de outro filho). Além disso, o objetivo da ordem era para comemorar a abertura do Templo Hoeam. O projeto foi iniciado em 1563 e foi concluído dois anos mais tarde. Infelizmente, o Príncipe Real morreu antes da conclusão da ordem.
A ordem maciça envolveu 100 pergaminhos em cada um das quatro tríades:

Tríade do Buda histórico (sânscrito: शाक्यमुनि Śākyamuni; coreano: 석가모니 seokgamoni / 석가 / seokga)
Tríade do Buda do Paraíso ocidental (अमिताभ Amitabha; 아미타불 amitabul)
Tríade do Buda do Futuro (मैत्रेय Maitreya; 미륵 mireukbosal 보살)
Tríade do Buda da Medicina (भैषज्यगुरु Bhaisajyaguru; 약사 여래 / 약사불 yaksayeorae / yaksabul)

Depois 2009, apenas 6 dos 400 pergaminhos ainda existem.
Uma pintura da Tríade Sakyamuni - feito em 1565, que anteriormente pertencia ao Templo Hoeam, descoberta no Japão (em excelente estado), comprado e mantido pela Coleção Jackson Mary Burke, em 1990, em Nova York. A pintura é considerada por especialistas na área e na comunidade budista como sendo uma das obras mais importantes e representativas do budismo produzidas durante a Dinastia Joseon.
Uma pintura da Tríade Bhaisajyaguru - atualmente em exibição no Museu Nacional da Coréia.
4 pinturas estão no Japão:
 Uma pintura da Tríade Sakyamuni
 3 pinturas da Tríade Bhaisajyaguru

Templos budistas

Templos budistas serviram como uma prova do objetivo da zelosa Munjeong pelo renascimento do budismo. A pedra angular do renascimento do budismo é o templo Bongeun-sa (um grande centro do budismo Zen).
Bongeun-sa foi estabelecida em 794 pelo Ven. Yeon-hoe, e foi originalmente chamado de Sa-Gyeonseong. Foi reconstruída em 1498 (com patrocínio de Munjeong) e renomeada para Bongeun-sa. Em 1562 foi transferido de cerca de 1 km da sua localização original e reconstruído. Seu destino será a destruição pelo fogo (1592 e 1637) e reconstrução repetitiva, além d e renovações (1637, 1692, 1912, 1941 e 1981). Antes da reconstrução, o budismo caiu sob a opressão imposta pelo Estado, uma vez que o governo manteve o Neo-Confucionismo, como o ideal único. Com um forte apoio Munjeong para o novo despertar do budismo, ela reconstruiu Bongeun-sa e a tornou a pedra fundamental para início do renascimento do Budismo em Joseon.
Ven. Bo-woo desempenhou um papel fundamental neste período crítico, tendo sido designado como o Monge Chefe do Bongeun-sa em 1548. Ele relançou um sistema oficial de treinamento e seleção tanto para os monges (meditação) quanto para o Seon Gyo (doutrinário, escolar), duas seitas do budismo coreano. Em 1551, Bongeun-sa tornou-se o principal templo da Ordem Jogye Seon, logo tornou-se a principal base para a restauração total do budismo coreano. Este sistema de formação renovada produziu monges ilustres como o Ven. Seo-san, Ven. Sa-Myeong e Ven. Byeok-am. No entanto, após Munjeong morrer, Ven. Bo-woo foi morto por agentes anti-budistas.

Família

Pai: Yoon Ji-im (윤지임, ?-1534), O Príncipe Interno Pasan (파산부원군)
Mãe: Senhora Ui do Clã Jeon-Ui, A Princesa Interna Consorte Jeonseong (전성부부인 이씨)
Irmãos:
Yoon Won-gae (Hangul: 윤원개, Hanja: 尹元凱)
Yoon Won-ryang (Hangul: 윤원량, Hanja: 尹元亮) (1495–1569)
Yoon Won-pil (Hangul: 윤원필, Hanja: 尹元弼)
Yoon Won-ro (Hangul: 윤원로, Hanja: 尹元老) (morreu em 1547)
Yoon Won-hyeong (Hangul: 윤원형, Hanja: 尹元衡) (1509–1567)
2 irmãs
Marido: Rei Jungjong (중종, 1488-1544)
Filhos:
Grande Príncipe Gyeongwon (경원대군, 1534-1567), único filho, mais tarde: Rei Myeongjong de Joseon
Princesa Uihye (의혜공주), 1ª Filha
Princesa Hyosun (효순공주), 2 ª Filha
Princesa Gyeonghyeon (경현공주), 3 ª Filha
Princesa Insun (인순공주), 4 ª Filha
Cunhadas conhecidas:
Senhora Kim (김씨 부인, ?-1551), 1ª esposa de Yoon Won-hyeong
Jeong Nan-jeong (정난정, ?-1565), Dama Jeonggyeong (정경부인), 2ª esposa de Yoon Won-hyeong
Senhora Jang (장씨), esposa de Yoon Won-ryang
Ancestrais:
Tatara-tatara-tatara-avô: Yoon Beon (Hangul: 윤번, Hanja: 尹璠) (1384–1448), Primeiro-Ministro durante o reinado do Rei Sejo de Joseon
Tatara-tatara-tatara-avó: Senhora Yi (Hangul: 이씨, Hanja: 李氏)
Tatara-tatara-avô: Yoon Saheun (Hangul: 윤사흔, Hanja: 尹士昕) (1422–1485), irmão da Rainha Jeonghui
Bisavô: Yoon Gye-gyeom (Hangul: 윤계겸, Hanja: 尹繼謙) (1442–1483)
Avô: Yoon Uk (Hangul: 성욱, Hanja: 尹頊) (1459–1485)
Avó: Senhora Jeong, do Clã Yeongil Jeong (Hangul: 영일 정씨, Hanja: 迎日 鄭氏)

Atrizes que retrataram a rainha Munjeong

Kim Hye-ja - 1985 - Episódio 4 (The Wind Orchid) de 500 Years of the Joseon Dynasty
Jeon In-hwa - 2001 - Woman of the World
Park Jeong-sook - 2003 - Dae Jang-geum
Lee Deok-hui - 2008 - Hometown of Legends
Park Ji-young - 2013 – The Fugitive of Joseon/ Mandate of Hea

Selo de Tartaruga da Rainha Munjeong
Park Ji-young como a Rainha Munjeong em
Mandate of Heaven
Park Jeong-sook como a rainha em Dae Jang-geum

Taereung, tumba da rainha Munjeong
Taereung, tumba da rainha Munjeong
Taereung, tumba da rainha Munjeong
Bongeun-sa

Fontes:

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Personagens Históricos: Hwang Jin-Yi (1520 - 1560)

Hwang Jin-i (1520c.-1560c.), também conhecida pelo seu nome gisaeng Myeongwol (literalmente 'Lua Brilhante'), é uma das mais famosas gisaeng da Dinastia Joseon que viveu durante o reinado do Rei Jungjong. Ela se destacou por sua beleza excepcional, sagacidade charmosa e intelecto extraordinário. Sua vida pessoal se tornou quase um mito semelhante, tendo inspirado filmes, uma série de TV de 2006, óperas, e vários romances. Devido à sua natureza de renome assertiva e independente, ela se tornou um ícone cultural popular moderna da Coreia.

Obras
Embora apenas um punhado de peças e sijo geomungo existem hoje, eles continuam a mostrar a sua habilidade com palavras e de arranjo musical. Sua sijo freqüentemente descreve a beleza natural da Gaeseong e em suas famosas vistas, como o palácio de Manwoldae e as Cataratas do Pakyon. Outros sugerem a tragédia de seus amores perdidos. Alguns também são respostas aos inúmeros famosos poemas clássicos chineses e literatura, a maioria deles reflete sobre o amor perdido. Dois de seus sijo mais famosos são:
"동짓달 기나긴 밤을 .."
동짓달 기나긴 밤을 한 허리 를 버혀 내어
춘풍 니불 아래 서리 서리 넣었다 가
어론님 오신 날 밤이어든 굽이굽이 펴리라

"청산리 벽계수 (靑 山里 碧溪 水) ..."
靑 山里 碧溪 水 (청산리 벽계수)
易 移去 (막과이이거)
一 到 海 不 (일도창해부복환)
明月 空 山 (명월 만 공산)
休 且 去 奈何 (잠휴차거나하)
청산리 벽계수 (靑 山里 碧溪 水) 야 수이 감을 자랑 마라.
일도 창해 (一 到 ) 하면 다시 오기 어려 우니
명월 (明月) 이 만공산 ( 空 山) 할 제 쉬어 간 들 어떠리.

Na cultura popular
No final do século 20, a história de Hwang Jin-i começou a atrair a atenção de ambos os lados da divisão coreana. Sua vida foi retratada por meio de mídia, incluindo filme de ficção, teatro e ópera. Dramas mostram sua vida, incluindo um romance de 2002 da escritora norte-coreana Hong Sok-chung, que foi o primeiro romance norte-coreano para ganhar um prêmio no sul. Outro romance, da escritora sul-coreana Jeon Gyeong-rin, tornou-se um best-seller em 2004. No final de 2006, KBS divulgou uma série de televisão intitulada Hwang Jin i, estrelado por Ha Ji-won no papel-título. Um filme protagonizado por Song Hye Kyo foi lançado em 06 de junho de 2007.

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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Personagens Históricos: Rainha Inhyeon de Joseon (1667 – 1701)

Antes de começar, preciso explicar algumas coisas:
  1. Assim como os monarcas chineses, os monarcas coreanos e suas consortes recebiam nomes póstumos, pelos quais são mais conhecidos (por exemplo: Yi San -> Rei Jeongjo). No caso das consortes, é um pouco diferente de seus maridos. Enquanto reinavam eram referidas apenas pelo título e o nome do clã (por exemplo: Rainha Min), e quando morriam recebiam um nome póstumo (exemplo: Rainha Inhyeon). Por causa disso, não se sabe o nome pessoal delas, ou seja, aquele dado pelos pais, já que esses nomes nunca eram registrados e elas, como consortes, nunca eram chamadas por eles.
  2. Após a unificação da península coreana, com o fim do período dos 3 reinos (não confundir com o período chinês de mesmo nome) de Shilla, Goguryeo e Baekje, houve ainda mais quatro períodos diferentes: Shilla Unificada, Goryeo, Joseon e Império Coreano. Este último durou pouquíssimo tempo, sendo seguido pelo período de Dominação Japonesa, Governo Provisório e Divisão em Norte e Sul. 
Rainha Inhyeon de Joseon
(1667 – 1701)

Nascimento: Condado de Yeoju, Província de Gyeonggi, Joseon
Morte: Palácio Changdeok, Joseon
Família:
                Pai: Min Yoo-Jung
                Mãe: Senhora Song
                Irmãos: Min Jin-hu (1659-1720) - tatara-tatara-tatara-avô da Imperatriz Myeongseong
                               Min Jin-Won (1664-1736)
                               Senhorita Min – filha mais velha de Min Yoo-Jung
                               Senhorita Min – terceira filha de Min Yoo-Jung

Filha de Min Yoo-Jung e Senhora Song, ela se tornou a segunda rainha-consorte de Sukjong de Joseon em 1681. Ela é, talvez, uma das rainhas mais conhecidas da dinastia Joseon na Coréia. Sua vida foi retratada em muitos kdramas históricos. Quando a Consorte Hui (consorte secundária de Sukjong) teve um filho em 1688, gerou-se uma disputa sangrenta chamada Gisa Sahwa. Durante este período, Sukjong queria dar a esse primeiro filho (wonja) o título de Príncipe Herdeiro (Wangseja). Este desejo foi criticado pela facção Noron (liderada por Song Si-Yeol, com Min Yoo-Jung, pai da rainha, como membro), que rejeitava essa ação. Sukjong ficou furioso com essa oposição, e muitos foram mortos, incluindo Song Si-Yeol. Muitos, inclusive a própria rainha e sua família, foram forçados ao exílio. A Rainha Inhyeon foi deposta, enquanto que a Consorte Jang se tornou Jang Hui-bin (ou Consorte Hui), e depois se tornou a terceira rainha.
Mais tarde, em 1694, Sukjong, sentindo remorso por suas ações temperamentais, cedeu a um movimento de reintegração de Inhyeon, que foi conduzido pela facção Soron (evento chamado de Gapsul Hwanguk). Ela foi trazida de volta ao palácio e foi restabelecida como rainha consorte, com a Senhora Jang sendo rebaixada para seu antigo título, Consorte Hui (Hui-bin). Em 1701, aos 34 anos, a rainha ficou doente e morreu de uma doença desconhecida. Diz-se na Coréia que Sukjong, enquanto de luto por Inhyeon, sonhou com ela usando um sobok encharcado de sangue. Ele a perguntou como ela morreu, depois ela apontou para a direção das câmaras particulares da Consorte Hui (sem dizer nada). Sukjong teria acordado em seguida, e se encaminhado para os aposentos da Consorte Hui. Enquanto se aproximava, ouviu música e sons de risadas. Espiando, ele teria visto a Consorte Hui com sacerdotisas xamanista em orando pela morte da rainha, enquanto golpeava uma estatueta com flechas. Quando isso foi descoberto por Sukjong, Consorte Hui, juntamente com seu irmão e todos os envolvidos foram executados por suas ações, com veneno (sasa). Embora a Consorte Hui realmente tenha sido executada por Sukjong, não se sabe se ele realmente viu o que diz a lenda, ou se ela de alguma maneira realmente era responsável pela morte da rainha Inhyeon.
Uma das criadas da rainha escreveu um livro chamado Inhyeon Wanghu Jeon (História da Rainha Inhyeon), que existe ainda hoje. A rainha foi enterrada em Myeongreung, na Província de Gyeonggi, e mais tarde, Sukjong foi enterrado perto dela, na mesma área.
Ela nunca teve filhos, assim como sua sucessora, deste modo, quem assumiu o trono após a morte de Sukjong foi o filho da Consorte Hui, que morreu jovem e foi sucedido pelo meio-irmão, o filho da Consorte Suk.
À rainha foi dado o título póstumo de Hyogyeong Sukseong Jangsun Wonhwa Uiyeol Jeongmok Inhyeon Wanghu.
Devido a época e ao isolamento das rainhas coreanas, não encontrei imagens da rainha Inhyeon.

Alguns Kdramas recentes em que a Rainha Inhyeon é retratada:
Dong Yi – drama de 2010 da MBC, interpretada por Park Ha-Sun;
Queen Inhyun’s Man – drama de 2012 da tvN, interpretada por Kim Hae-In;
Jang Ok Jung, Living in Love – drama de 2013 da SBS, interpretada por Hong Soo-Hyun

Tumba do Rei Sukjong e da Rainha Inhyeon
Figuras de Pedra, feitos para guardar a tumba
Tumba da Consorte Hui
Fontes:

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sábado, 7 de dezembro de 2013

Personagens Históricos: Imperatriz Myeongseong - Parte IV


·         Vida Pessoal: Primeiros anos
Tanto a Biblioteca da Assembléia Nacional da Coréia e os registros mantidos por Lilias Underwood (1851-1921), uma missionária americana que foi para Coréia em 1888 e foi nomeada médica da rainha (ela possuía total confiança da Imperatriz, sendo uma amiga íntima da mesma), deixaram descrições muito sinceras e vívidas da rainha/ imperatriz. Ambos descreveram o que parecia ser a imperatriz, como sua voz soava, e sua forma pública. Ela dizia que a imperatriz tinha um rosto macio com traços fortes, um clássico bonito, mas longe do gosto sensual que Gojong apreciava. Quando falava, sua voz era macia e quente, mas quando conduzia assuntos de Estado, ela imediatamente fazia valer sua opinião com força. Sua forma pública também era formal e fortemente aderida à etiqueta da corte e das leis tradicionais. Underwood descreveu a imperatriz da seguinte maneira:
“Eu desejo que eu pudesse dar ao público uma imagem verdadeira da rainha enquanto ela aparecia em seu melhor, mas isso seria impossível, mesmo se ela tivesse permitido tirar uma fotografia, pelo seu charmoso jogo de expressões enquanto conversava, o caráter e inteligência que foram então revelados, eram vistos apenas pela metade quando seu rosto estava em repouso. Ela usava o cabelo como todas as senhoras coreanas, partido no meio, bem traçado e muito suavemente agastado do rosto e atado bem abaixo, atrás da cabeça. Um pequeno ornamento... era usado no topo da cabeça preso por uma estreita faixa preta. Sua Majestade parecia se importar pouco com enfeites, e usava muito poucos. Nenhuma mulher coreana usava brincos, e a rainha não era exceção, nunca a vi usar nenhum colar, broche ou uma pulseira. Ela deve ter tido muitos anéis, mas nunca vi ela usar mais de um ou dois de fabricação européia.
Seguindo a tradição coreana, ela carregava uma série de ornamentos de ouro decorados com pendões de seda presos ao seu lado. Tão simples, tão perfeitamente refinado foram os seus gostos para vestidos, que é difícil imaginá-la como pertencente a uma nação considerada meio civilizada... Um pouco pálida e muito magra, com características um pouco acentuadas e olhos brilhantes e penetrantes, ela não me pareceu, à primeira vista, como sendo bonita, mas ninguém podia ajudar a ler o vigor, intelecto e força de caráter naquele rosto.”
Para colocar de maneira simples, Gojong e a jovem rainha consorte não se entendiam no começo. Ambos encontravam-se mutuamente de forma repulsiva, ela preferia ficar em seus aposentos estudando, e ele desfrutava seus dias e noites bebendo e participando de banquetes reais. Os dois, no início, eram incompatíveis. Ela estava realmente preocupada com os assuntos de Estado, se envolvendo dentro da filosofia, história e livros de ciência que normalmente eram reservados para os homens yangban (nobres). Certa vez, ela comentou com um amigo próximo, “Ele me dá nojo”.
Os oficiais da corte comentaram que quando a rainha consorte ascendeu ao trono, ela era extremamente exclusiva na escolha de com quem ela se associava e com quem se confidenciava. Neste comentário, a relação dela com a corte real desde o início lembrava fortemente a de Maria Antonieta com a sua corte. As duas mulheres encontraram uma etiqueta da corte restringida, mas ambas aderiram rigorosamente Às regras tradicionais para impressionar e ganharam respeito na aristocracia. Ambas as mulheres também não consumaram o casamento na noite de núpcias, como a tradição ditava na corte. Adicionando em suas frustrações, ambas encontraram enorme dificuldade em conceber um herdeiro saudável. A primeira tentativa da imperatriz terminou em humilhação e desespero, ela concebeu um herdeiro do sexo masculino, mas ele morreu logo após seu nascimento, devido a problemas de saúde. Sua segunda tentativa teve sucesso, mas Sunjong nunca foi uma criança saudável, muitas vezes pegando doenças e ficando de cama por semanas. Tanto Maria Antonieta quanto a imperatriz também nunca foram capazes de se conectar verdadeiramente com seus maridos, até que seus momentos de dificuldade os reuniu. No final, as duas mulheres foram destinadas a desfechos trágicos; uma sendo guilhotinada por seu povo, incompreendida e com seu nome indevidamente distorcido; a outra brutalmente assassinada pelos japoneses.
·         Vida Pessoal: Últimos Anos
Entre o rei e a rainha consorte começou-se a crescer afetos um pelo outro durante seus últimos anos.  Gojong foi pressionado por seus conselheiros a tomar o controle do governo e administrar a sua nação. No entanto, é preciso lembrar que Gojong não foi escolhido para se tornar rei por possuir talento (o que ele não tinha porque nunca foi formalmente educado) ou por causa de sua linhagem de sangue (que era misturado com de cortesã e com sangue comum),mas porque o clã Pungyang Jo tinha falsamente assumido que eles poderiam controlar o rapaz através de seu pai. Quando era realmente tempo de Gojong assumir suas responsabilidades de Estado, muitas vezes ele precisou do auxílio de sua esposa para conduzir os assuntos internacionais e domésticos. Assim, cresceu em Gojong admiração pela perspicácia de sua esposa, inteligência e habilidade de aprender rapidamente. Como os problemas do reino cresciam mais e mais, e Gojong invocava a ajuda de sua esposa cada vez mais, ela foi se tornando o refúgio dele durante os tempos de frustração.
Durante os anos da modernização de Joseon, é seguro assumir que Gojong finalmente estava apaixonado por sua esposa. Ambos começaram a passar muito tempo um com o outro, privado e oficialmente. Eles compartilhavam os problemas um do outro, e sentiram as dores um do outro. Eles finalmente se tornaram marido e mulher.
A afeição dele por ela era imortal e foi observado que após a morte de sua rainha consorte, Gojong se trancou em seus aposentos durante várias semanas, se recusando a assumir as suas funções. Quando finalmente o fez, ele havia perdido a vontade de sequer tentar e assinava tratado depois de tratado que foi proposto pelos japoneses, dando-lhes imenso poder. Quando seu pai foi capaz de recuperar algum poder político, após a morte da nora, ele apresentou uma proposta com a ajuda de alguns funcionários japoneses para rebaixar o status da nora como rainha consorte para plebéia postumamente. Gojong, um homem que sempre tinha sido usado pelos outros, foi observado pelos eruditos como tendo dito: “Eu preferiria cortar meus pulsos e deixá-los sangrar do que desonrar a mulher que salvou este reino.” Em um ato de desafio, ele se recusou a assinar a proposta de seu pai e dos japoneses, e viro-lhes as costas.
·         O Incidente Eulmi
O incidente eulmi é o termo usado para o assassinato da Imperatriz Myeongseong, que ocorreu na madrugada de 8 de outubro de 1895 em Okho-ru, no Geoncheonggung, que era a parte de trás da residência privativa real dentro do Palácio Gyeongbokgung.
Na madrugada de 8 de outubro de 1895, agentes japoneses sob comando de Miura Goro executaram o assassinato. Miura havia orquestrado o ataque junto com Okamoto Ryunosuke, Sugimura Fukashi, Kunimoto Shigeaki, Sase Kumadestu, Nakamura Tateo, Hirayama Iwahiko, e mais outros 50 japoneses. Eles disseram que também haviam colaborado o General U Beom-Seon, que era pró-japoneses, e Yi Du-Hwang.
Na frente do Gwanghwamun, os assassinos lutaram contra a Guarda Real Coreana, liderada por Hong Gye-Hun e An Gyeong-Su. Hong Gye-Hun e o ministro Yi Gyeong-Jik foram posteriormente mortos em batalha e os assassinos procederam para Okho-ru e mataram a Imperatriz Myeongseong. O cadáver da imperatriz foi, em seguida, queimado.

Pavilhão Okho-ru, onde a Imperatriz foi assassinada

·         Relato das Testemunhas Oculares
Sunjong, o primeiro filho de Gojong e da imperatriz, relatou que viu soldados coreanos e o General Woo Beom-Seon (pai de Woo Jang-Choon, um cientista agrícola) no local do assassinato, e acusou o general Woo como o “inimigo da mãe”. Além da acusação, Sunjong mandou dói homens coreanos matarem o general Woo, um esforço que teve sucesso em Hiroshima, no Japão, em 1903.
Em 2005, o professor Kim Rekho, da Academia Russa de Ciências, se deparou com um relato escrito sobre o incidente por um russo civil chamado Aleksey Seredin-Sabatin, no Arquivo de Política Externa do Império Russo. Seredin-Sabatin estava a serviço do governo coreano, trabalhando para o General americano William McEntyre Dye, que também estava sob contrato com o governo coreano. Em abril, Kim fez um pedido à Biblioteca da Universidade Myongji para tornar público o documento. Em 11 de maio de 2005, o documento foi tornado público.
Anos antes do lançamento do documento na Coréia do Sul, uma cópia traduzida já estava em circulação nos EUA, tendo sido divulgado pelo Centro Coreano de Pesquisa da Universidade de Columbia, em 6 de outubro de 1995, para comemorar o 100º aniversário do Incidente Eulmi.
No relato, Seredin-Sabatin recordou:
“O pátio onde a ala da rainha (consorte) estava localizado estava cheio com japoneses, talvez até 20 ou 25 homens. Eles estavam vestidos com roupas peculiares e armados com sabres, alguns dos quais abertamente visíveis... Enquanto alguns soldados japoneses estavam remexendo em todos os cantos do palácio e nos diversos anexos, outros invadiram a ala da rainha e atiraram-se sobre as mulheres que encontraram lá... Eu... continuei a observar os japoneses revirarem a ala da rainha. Dois japoneses agarraram uma das damas da corte, puxaram-na para fora da casa, e desceram as escadas arrastando-a por trás deles... Além disso, um deles repetidamente me perguntava em inglês, ‘Onde está a rainha? Aponte a rainha para nós!’... Ao passar pela Sala Principal do Trono, eu notei que ele estava cercado ombro a ombro por uma parede de soldados e oficiais japoneses, mandarins e coreanos, mas o que estava acontecendo ali era desconhecido para mim.”
·         Partes Envolvidas
No Japão, 56 homens foram acusados, mas todos foram absolvidos pelo Tribunal de Hiroshima, devido à falta de provas.
Eles incluíram os homens abaixo:
Visconde Miura Goro, ministro da legação japonesa;
Okamoto Ryunosuke, um funcionário da embaixada e ex-oficial do exército japonês;
Hozumi Torakuro, Shotaro Kokubun, Hagiwara Shujiro, funcionários da legação japonesa;
Sugimura Fukashi, um segundo-secretário da legação japonesa;
Kenzo Adachi, editor do jornal japonês na Coréia, Kanjo Shimpo (também chamado Hanseong Shinbo em coreano);
Kusunose Yukihito, um general do Exército Imperial japonês;
Kunitomo Shigeaki, um dos membros originais do Seikyosha (Sociedade para a Educação Política);
Shiba Shiro, secretário particular do ministro da agricultura e Comércio do Japão, e um escritor que estudou economia política em Wharton School e na Universidade de Harvard;
Sase Kumadestu, um médico;
Terasaki Taikichi;
Nakamura Tateo;
Horiguchi Kumaichi;
Ieiri kakitsu;
Kikuchi Kenjo;
Hirayama Iwahiko;
Ogihara Hidejiro;
Kobayakawa Hideo, editor-chefe do kanjo shimpo;
Masayuki Sasaki e outros.
Na Coréia, Gojong declarou que os seguintes eram os traidores no incidente Eulmi, em 11 de fevereiro de 1896:
Hui Jo-Yeon;
Yoo Joon-Gil;
Kim Hong-Jip;
Byeong Ha-Jeong;
E outros.
Os possíveis assassinos da Imperatriz posando na frente do
prédio do Hanseong Sinbo, em Seoul, Coréia do Sul

·        
Consequências
A reforma de Gabo e o assassinato da Imperatriz Myeongseong geraram um sentimento anti-japonês na Coréia, que fez também com que alguns eruditos do confucionismo, bem como os agricultores formassem sucessivos exércitos apenas para lutar pela liberdade na península coreana por mais de 60 anos.
Após o assassinato da Imperatriz Myeongseong, Gojong e o Príncipe Herdeiro (mais tarde, Imperador Sunjong) se refugiaram na legação russa em 11 de fevereiro de 1896. Além disso, Gojong declarou os quatro traidores do Incidente Eulmi. No entanto, em 1897, Gojong, cedendo à pressão tanto pelo aumento de estrangeiros quanto pelas exigências do parecer da Associação de Independência, liderada pelo público, voltou a Gyeongungung (Deoksugung, nos dias atuais). Lá, ele proclamou a fundação do Império Coreano. Entretanto, depois das vitórias do Japão na guerra Sino-Japonesa e Russo-Japonesa, a Coréia sucumbiu ao julgo colonial japonês, entre 1910 e 1945.
Em maio de 2005, com 84 anos, Tatsumi Kawano, neto de Kunitomo Shigeaki, pagou seus respeitos à Imperatriz Myeongseong em seu túmulo em Namyangju, Gyeonggi, Coréia do Sul. Ele pediu desculpas à Imperatriz Myeongseong, em nome de seu avô.



·     Cortejo Fúnebre e Tumba da Imperatriz Myeongseong
Em 1897, o Rei Gojong, com o apoio russo, recuperou seu trono e gastou “uma fortuna” para ter os restos mortais de sua amada Rainha Min (imperatriz Myeongseong) propriamente honrado e sepultado. Seu cortejo fúnebre incluiu 5.000 soldados, 650 policiais, 4.000 lanternas, centenas de arabescos honrando ela, e cavalos de madeira gigantes destinados ao uso dela na vida após a morte. As honras que o rei Gojong deu à Rainha Min, para o seu funeral foi concebida como uma declaração dos esforços diplomáticos e heróicos dela pela Coréia – contra a invasão japonesa, bem como, uma declaração de seu próprio amor imortal por ela. Os restos mortais recuperados da Rainha Min estão em seu túmulo, localizado em Namyangju, Gyeonggi, Coréia do Sul.


·         2009 à 2010
De 2009 a 2010, organizações coreanas estão tentando julgar o governo japonês por sua documentada cumplicidade no assassinato da Imperatriz. Do KoreanLegal.org – “O Japão não tinha feito um pedido oficial de desculpas ou arrependimento 100 anos depois de oprimir o povo coreano por 35 anos, através do Tratado de Anexação da Coréia-Japão em 1910”, disse o comunicado. O processo será arquivado se o governo japonês não aceitar suas exigências para que seja feito uma declaração especial, oferecendo as desculpas do Imperador japonês e libere os documentos relativos ao caso do assassinato.
·         Títulos desde o nascimento até a morte
1.       19 de outubro de 1851 – 20 de março de 1866: Min-ssi (Senhorita Min)/ Min Chi-Rok-ui-ddal (a filha de Min Chi-Rok)
2.       20 de março de 1866 – 01 de novembro de 1873: Sua Alteza Real, a Rainha Consorte de Joseon
3.       01 de novembro de 1873 – 01 de julho de 1894: Sua Alteza Real, a Rainha Regente de Joseon
4.       01 de julho de 1894 – 06 de julho de 1895: Sua Alteza Real, a Rainha Consorte de Joseon
5.       06 de julho de 1895 – 08 de outubro de 1895: Sua Alteza Real, a Rainha Regente de Joseon.
(Para os quatro títulos acima: Wangbi Jeonha; Jungjeon mama; Junggungjeon mama; também eram estilos aplicáveis)
·         Título Póstumo
Curto: Imperatriz Myeongseong da Coréia
Completo: A Filial e Benevolente, a Origem da Santidade, a Apropriada em Mudanças, a Unificadora do Céu, a Imensamente Louvável e a Sinceramente Virtuosa Grande Imperatriz Consorte Myeongseong.


Fontes:

sábado, 23 de novembro de 2013

The Sword With No Name

Título original: 불꽃처럼 나비처럼 (Bulkkotcheoreom Nabicheoreom)
Diretor: Kim Yong-Kyoon
Roteiristas: Ya Suk-Rok, Lee Sook-Yun
Produtores: Park Min-Hee, Kim Mi-Hee
Data de Lançamento: 24/09/2009
Duração: 124 min
País de origem: Coréia do Sul
Gênero: Épico/ Romance/ Ação

Elenco:
Jo Seung-woo (조승우) -> Mu-Myeong
Soo-ae (수애) -> Imperatriz Myeongseong
Cheon Ho-jin (천호진) -> Dae Won Kun
Choi Jae-woong (최재웅) -> Noe Jeon
Kim Yeong-min (김영민) -> Rei Gojong

Sinopse:
Mu-Myeong é um assassino que conhece por acaso a futura rainha de Joseon, Ja-Yeong (futura Imperatriz Myeongseong). Ao se apaixonar pela consorte real, ele faz de tudo para protegê-la de seus inimigos, tanto na corte, sob o comando do sogro da jovem rainha, quanto dos inimigos estrangeiros, os japoneses, que querem controlar Joseon.
Apesar de inspirado na vida de personagens reais da história coreana, ou seja, a Imperatriz Myeongseong, seu marido, o Rei Gojong, e seu sogro, Daewongun, o personagem Mu-Myeong nunca existiu e seu relacionamento com a imperatriz é fictício.

Minha Opinião:
Eu até gostei do filme, principalmente por causa dos atores, que estão ótimos. Mas achei que os responsáveis pelo filme exageraram nos efeitos especiais desnecessários, deixando o filme sem ritmo e um tanto fantasioso (o que não deveria ser a proposta do filme, já que era inspirado numa personagem importante da história coreana). Por exemplo, nas cenas de lutas os personagens num momento estão num local e de repente aparecem lutando em outro completamente diferente e surreal. Isso, na minha opinião, estraga o ritmo da história que o filme está tentando contar. Afinal, não é um filme de fantasia, mesmo sendo relativamente ficcional, mas sim um romance histórico com um pouco de ação (afinal de contas era um período complicado para Joseon). 


Imagens:

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